Meu nome é Tiago Souza e tenho 24 anos.
Casei no dia 1º de abril de 2010 (e não foi uma mentira) e tenho dois filhos, gêmeos. Atuo na área de quadrinhos a algum tempo. Comecei no meu primeiro ano de faculdade, em 2002, quando ainda morava em Santos. Como era fã de quadrinhos desde os quinze anos, fiquei sabendo do lançamento do livro Como Usar Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula, do Waldomiro e da Angela. Foi quando tive meu primeiro contato com a arte no meio acadêmico.
Lancei meu fanzine, Caos. Zine, com o apoio do Alexandre Barbosa, o Bar. Mas, acreditem, percebi que aquilo não era para mim. Não naquele momento. Segui com minhas pesquisas.
Em 2003, me mudei para São Paulo e o Gazy, que conheci na Baixada, me informou sobre o Núcleo de Pesquisa em Histórias em Quadrinhos na USP. Topei na hora. E desde aquela época sou freqüentador assíduo do hoje Observatório.
Nesse ano assinei uma entrevista com o Laerte para o Universo HQ, com o apoio do Marko Adjaric. E logo em seguida comecei a atuar na área como jornalista para o site Bigorna. Fiquei um ano. Depois comecei a peregrinar por outros sites, como Herói, Neorama dos Quadrinhos e Fanboy.
Larguei o jornalismo de quadrinhos por um bom tempo depois disso. Foi por volta de 2007, quando trabalhei no meu TCC, um livro-reportagem chamado Mestres dos Quadrinhos – Histórias de vida de professores que usam gibis em sala de aula.
Conheci ao longo dos anos algumas pessoas que produziam quadrinhos, como Cadu Simões, Will, Daniel Esteves, entre outros. Quando resolveram criar o Quarto Mundo, eu estava lá e fui com eles na estreia do grupo no FIQ de 2007. Aprendi muito sobre quadrinhos por lá, mas infelizmente não pude repetir isso em 2009 e acabei por me afastar um pouco do Quarto Mundo também, embora me considere amigo de todos por lá.
Hoje em dia trabalho com jornalismo, mas na área de análise de imagem empresarial. Sou coordenador-chefe da empresa, responsável por contas novas e pedidos ocasionais dos nossos já clientes.
Ainda produzo para a área de quadrinhos, menos do que eu gostaria. Até tenho tempo de produzir mais, mas os pedidos são poucos. Como foi o caso do artigo ¿Donde están nuestros hermanos? para o Zine Royale, do Jozz. Além disso, me orgulho de poder organizar, em conjunto com Silvio, eventos como o IV Seminário de Pesquisa em Histórias em Quadrinhos.
Outros projetos mais recentes dos quais estou tendo oportunidade de participar são Sábado da Memória das Artes Gráficas, organizado pela Biblioteca de São Paulo, e da organização do 22º HQ Mix.
É isso, desculpem-me por prolongar demais. Mas fica aí uma apresentação a quem não me conhece.

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